Espaços que hoje em dia se ve pouco. Normalmente são retirados para construir edificios
Jardim/Palácio Marquês de Pombal
O Palácio do Conde de Oeiras é um paço barroco, localizado em Oeiras, que acolheu durante muitos anos o primeiro Conde de Oeiras, mais conhecido pelo seu título de Marquês de Pombal.
Localizado bem no centro da cidade, o palácio dá uma ideia próspera da riqueza imensa de Sebastião José de Carvalho e Melo, pois este é um edifício de dimensões bem palacianas, ornamentado como um palácio real.
Construído sob a vigia do arquitecto húngaro Carlos Mardel, o palácio serviu de residência oficial do primeiro Conde de Oeiras e Marquês de Pombal. Erguido na segunda metade do século XVIII, o paço, durante os verões de 1775 e 1776 foi residência de veraneios do rei D. José I e da sua família, incluído a esposa, notoriamente.
O palácio situa-se naquilo que era antes o imensa quinta senhorial. Além do palácio, permanecem no espaço os magníficos jardins, de inspirações fantasiosas, que somente poderiam provir de um génio como Carvalho e Melo. Símbolo da sua profunda cultura, típica de um europeu das Luzes,os jardins retém marcos arquitectónicos de beleza rara e singela como a Cascata dos Poetas ou Gruta Nobre. Esta é arquitectónicamente muito importante em Portugal devido à sua aparência de gruta, adornada com os bustos dos quatros poetas preferidos de Pombal, entre eles Camões e Virgílio.
Para além da cascata, adornam o espaço a Casa da Pesca e os antigos lagares do vinho e do azeite.
O Palácio do Conde de Oeiras é sem dúvida um marco da vila de Oeiras e um dos paços mais bonitos de Portugal, imponente com as suas longas e curvilíneas escadarias de pedra e o seu austero estilo barroco.

Alameda de Queijas
Inaugurada em Junho de 2006 é, por certo, o mais novo e agradável espaço ajardinado desta freguesia. Situado no final de Rua António Maria Costa Macedo, na intersecção com a Rua de São Romão, com acessos quer por esta via quer pelas transversais da Rua de São Romão e ainda junto à Escola Narcisa Pereira.
É um largo espaço ajardinado, com um sistema de jorros de água com iluminação, bancos para descanso, local de merendas e espera-se em breve a abertura de um bar de apoio. Está também previsto para breve instalar um espaço para cães.

Parque dos Poetas
O Parque dos Poetas é um projecto da Câmara Municipal de Oeiras que pretende homenagear a cultura portuguesa.
Foi inaugurado em Junho de 2003, proporcionando um espaço de lazer, de cultura e de desporto, procurando cruzar a poesia e a arte dos jardins.
Tem jardins, alamedas, parque infantil, fontes, parque de merendas, anfiteatro ao ar livre, entre outras possibilidades a descobrir.
Estão representados na primeira fase os seguintes poetas: Carlos de Oliveira, Camilo Pessanha, Teixeira de Pascoaes, Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca, José Gomes Ferreira, José Régio, Vitorino Nemésio, Miguel Torga, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, Natália Correia, Eugénio de Andrade, Manuel Alegre, Fernando Pessoa, Alexandre O'Neill, António Ramos Rosa, David Mourão-Ferreira, António Gedeão e Ruy Belo.


Parque Anjos
O Parque Anjos é constituído pelo Palácio Anjos, datado de finais do século XIX, um dos mais emblemáticos edifícios históricos do Concelho de Oeiras e uma referência da arquitectura de Veraneio de Algés e por uma paisagem envolvente caracterizada por uma variedade riquíssima de espécies botânicas. Todo o espaço foi recentemente alvo de uma reabilitação / requalificação e amplificação do Palácio, visando preservar a essência do edifício e no que refere ao Parque Botânico, foi igualmente objecto de intervenção, tornando possível a leitura complementada com elementos visuais de carácter informativo, como é o caso do mobiliário e da sinaléctica. Dotado de zonas relvadas, canteiros e diversos bancos abrigados sob as árvores frondosas e exímias pela sua antiguidade, o Parque Anjos faz as delícias dos seus inúmeros frequentadores, sendo uma demonstração viva como a qualidade de vida pode ser poupada nas modernas e grandes urbanizações. A oferta da zona de lazer completa-se com uma cafetaria, instalações sanitárias para os utentes do Parque e uma área de esplanada exterior que convida ao desfrute paisagístico de toda a envolvente. Para além destas infra-estruturas, foi recentemente aí colocada uma estrutura coberta com mesas e bancos, onde se costumam congregar diversos idosos da Freguesia, ocupando o seu tempo com os tradicionais jogos portugueses. Por último e relativamente ao recém-recuperado Palácio Anjos, com toda a sua imponência e beleza, é de referir que alberga o Centro de Arte Colecção Manuel de Brito, contendo um importante espólio de arte contemporânea do País, reunido pela família de Manuel de Brito ao longo de décadas, podendo ser agora apreciado pelo público.

Fábrica da Pólvora
A Fábrica da Pólvora de Barcarena situa-se na freguesia de Barcarena, no concelho de Oeiras, distrito de Lisboa, em Portugal. Funcionou no período compreendido entre 1540 e 1940.
Pode-se considerar que esta fábrica estaria dividida em duas fábricas separadas pela ribeira de Barcarena: a Fábrica de Baixo e a Fábrica de Cima. A referida ribeira foi de extrema importância para a fábrica, pois era dela que se extraía a água necessária à laboração da fábrica.
A Câmara Municipal de Oeiras adquiriu a Fábrica da Pólvora em 1995.
Actualmente, estando desactivado o funcionamento da fábrica, o local foi transformado num núcleo de cultura. No seu interior, composto por diversos edifícios dispersos por uma extensa área, podemos encontrar o Museu da Pólvora Negra, uma galeria de arte e alguns locais de lazer, como restaurante, bar com música ao vivo, jardins e locais preparados para espectáculos ao ar livre.
Serra de Carnaxide
Quinta Real de Caxias
Um belo exemplar das típicas quintas em moda durante o século XVIII, foi mandada construir pelo Infante D. Francisco. Foi quinta de recreio de D. Maria I e D. João IV, e D. Luís que o usou como residência durante algumas semanas, antes de se estabelecer no Palácio da Ajuda.
Nestes deslumbrantes jardins, concebidos à semelhança dos do Palácio de Versalhes, encontramos vários lagos com diferentes jogos de água e arbustos com formas geométricas, a evocar a sofisticada vida social da época. Neste espaço verde também podemos observar uma bela cascata, estátuas em terracota da escola de Machado de Castro e algumas plantas, de entre as quais se podem destacar as palmeiras e as araucárias. A Câmara Municipal de Oeiras estabeleceu um protocolo com o Estado Maior do Exército para a recuperação, manutenção e utilização dos jardins. Esta iniciativa mereceu o Prémio Europeu atribuído à Recuperação de Jardins Históricos. (Imóvel de Interesse Público)

Espaço verde - LagoasPark

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